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...vermelhO...

Algumas palavras sempre me devoraram, outras me atraem... energias afins, talvez...

Sempre me pego pensando no quanto as cores alteram-se ao longo do dia, parece-me que nada é contínuo, ainda o vazio, se esvai em proporções de cores oscilando entre os tons pastel e os escuros angustiados, gritantes... que simulam um orgasmo em tom e textura, como se o pudessem fazê-lo assim, apenas na transmissão da imagem...

Semáforos igualmente me fazem - literalmente - parar! Por quá, será, que ao verde posso caminhar, acelerar, se justamente esse me aprazeria parar, des-acelerar, observar... mas é preciso 'seguir' o fluxo - neste caso - o trânsito! Amarelar pra quê? Hein? Haveria de haver alguém que conseguisse me explicar o porquê do desespero ser amarelo, do alerta ser amarelo, sendo que o sol, para mim sinônimo de Energia Vital, é dum amarelo estonteante! Por que então eu ter de me manter em estado de alerta? Aff... Vermelhar então, sem chance de ser feliz.... pedir bis...é STOP e ponto final. Indiscutível vermelho! Avermelhar é de raiva, lembra ira, parece-me fútil. Cor sedution. JUST. Algo que pode queimar, mas STOP. Vermelho sangra. Vermelho Grita. É só para PARAR. Mas ele fala alto. Não se cansa. Parece ser o 'bam bam bam' das cores. Enfim o vermelho parece olhar para mim e notar que o evito!!! Se é para STOP como prosseguir?!?!?! Inviável viés vermelho. Batom, em tons terra. Langeries, coloridas ou 'castas' no algodão e na palidez dos brancos... vermelho não!!! Vai que ele me regorgite. Vermelho tem hábito de evidenciar-se. Necessidade de estar sob 'holofotes'. Uma necessidade quase infantil de estar na frente da 'foto'. De ganhar espaço na mídia, de chegar em 1o. lugar. Acaba sempre em evidência. Não que o vermelho me irrite, não! Apenas sinto-o apartheid de mim. Amo o lilás... o transmutador e revitalizador lilás... 'prata na luz do amor, céu azul, eu quero ver o pôr do sol - lindo como ele só' - ponnnnnnnto e já volta o vermelho a circundar meus pensamentos, que do lilás de Djavan aproximou-me do vermelho encandecente do pôr-de-sol...aquele sentimento quente, que dói na gente, ha hora da ave-maria.  Por que o vermelho é para mim um 'mistério'?! Sendo tão profundo, breve e etéreo, vermelho comunista... perdi meus ideais socialistas... nem sei se creio em utopias partidárias. Talvez quisesse partir pra comuna auto-sustentável... daria + certo o 'tesão' como ideal de vida para fazer td com vontade, desde plantar o alimento até aquecê-lo no fogo vermelho da panela. E assim, caminho, entre o affair do laranja - amo laranja-  o descanso amigável do azul, alguns tons insípidos que insisto em juntá-los a mim, e o eterno vermelho que junto a mim não se funde. Quanto querer há nos anseios - todos VERMELHOS de desejo,  aquecimento, fogo, e fatidicamente: STOP.

No vermelho não cabe o 'blasé' ... ele já é ESTOPIM = STOP. Pare! Não! Proibição! Negação! Antítese do sim! Meu lado non-sense se assusta quando o vermelho chega, ainda que como pirulito - a rodar no céu da boca, sei inconscientemente que o vermelho está lá, conhecendo minha intimidade bucal.  ... STOP... é o alerta, o velho sinal, é preciso parar com lamentos, ou acabo avermelhando e passando mal.



Escrito por Nana às 17h56
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