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Não mais que de repente, eis que o dia amanhece nos anunciando a aurora a nos avisar a brevidade da vida... ligeiro chamado para a sensação maior da dádiva de poder decidir "o que fazer com o tempo que se tem em mãos"...

Hoje, faço minhas as palavras do nobre colega Dolfo Muanis, num poema que hoje relendo, veio a calhar com meu sentimento do dia: Pequenas grandes coisas. Conforme F.Pessoa já dissera - "... por que não ver nas cousas senão o que há nas cousas..." - pois é, acabo crendo que floreamos demais alguns enredos, em cujo cenário não cabem flores!!! Página 71 - O Meu Reino de Poemas e Canções - Rodolfo Muanis:

As Formigas

Derramei açúcar na pia

Propositadamente.

Percebi a pequenina formiga

Agindo de modo diferente.

Parava,

Corria,

Tentava carregar os grãos

E não conseguia.

Vieram mais duas,

Ou três.

Mexiam nas pequeninas pedras

Como se procurassem algo nelas.

 Acho que encontraram

Algo que não posso ver.

Tão pequeno,

Fecho os olhos,

Não vejo.

Mas posso sentir

Algo muito pequeno ali.

Vou me embora,

Elas não.

Vou descansar,

Elas não.

Um pouco mais tarde

Volto à cozinha.

O açúcar derramado

Já não estava mais lá.

 Formigas,

Existiam várias,

Indo pra lá

E pra cá.

 Mas não sei se são as mesmas

 Gostaria apenas de saber

As coisas bem pequenas

Que só as formigas podem ver.

Para compreender coisas grandes

Que não consigo entender.

Já assistiram ao filme: "Onde sonham as formigas verdes" - Erzog ??? ~Belíssimo~



Escrito por Nana às 01h31
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"Se as coisas são para serem usadas e as pessoas para serem amadas, então porque "usamos" as pessoas e amamos as coisas" ?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!

Que a felicidade seja efêmera e passageira, admito a beleza nela contida... mas sentir-se numa gangôrra com ânsia de vômitos e tendo 'by side' só a escória da humanidade... aí já é demais!!! E travestidos todos de ideais românticos... cheios de convenções anêmicas e sorrisos fortuitos, daqueles que sempre desprezei...

Breve relato dos fatos mentais... afinal a Liturgia sobre a mesa posta me alerta sobre a insignificância de atos quantitativos... quisera eu qualidade, mas no Brasil, USA-se a mercantilidade, moeda fatal do frigir dos meus dias... DVD superando os kct's e roboticamente seres humanos interagindo no causar dos fatos!!!

A menos que desta vez - pós mim - haja de fato sentidos e mentes Un*das, ainda que em sofrimento e angústia, sentindo-me punida por ter acreditado em liberdade, samurais, fidelidades e não sermos tão somente animais, desejo todo sentimento do mundo, um sentir profundo que o tire desta retórica desenfreada da teoria grafada extinguindo elementos...

O q sou agora é nada, extremamente o inverso do q fez de mim a fortaleza... mas o sentir esvair-se é beleza, algo que fortalecerá 'inda mais meus sinceros ideais! Que viva eu cá perdida em meu mundo platônico de beleza rara, ao menos assim o sinto (meu mundo) íntegro e salutar!!!

Ainda atônita perante o desenrolar dos dados, um tanto alucinada no frigir dos 'ovos', enlouquecida por sentir-me frouxa, desmilinguindo ao passar dos segundos... saber-me-ei em meio a tudo em volta...Doce, ímpar, gentil e incomum estória, conto, melhor tê-la escrito que inspirado ... Será isso a psicose??? O morar dentro ao invés de imaginário dos castelos??? Ainda queria crer num tripidar de fração de horas, que tudo que acima regorgito não passara de um lêdo engano, equívoco de um coração amante e cegado...Como quisera e sonhara ter vislumbrado um Ser Humano ímpar, sendo assim nem SER, tampouco humano, ímpar então só na retoricidade repetitiva dos quadros novelísticos...

Quantas voltas ainda hei de dar, na órbita social e degradante, do não aprender discernir entre veracidade & inconsistência?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?

 



Escrito por Nana às 23h12
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"Posso? Sei que não,"(...)

Se ao contrário de ti, cheio de tuas certezas, eu as tivesse também e tão bem... de poder transcender a literatura e a magia e preencher as lacunas todas dos meus dias nublados... - que livros te respondem e te dão certezas tão afirmativas??? - quisera eu ser tão somente o 'TI' de teu pensar, ainda que por segundos finitos e rumo ao mar leva-lo-ia no peito, pra sempre, mais repleto e perfeito acalento pra minha alma...

"Não negue! Percebe? Meu coração ali, batendo por ti, não vê? Pegue!"  -

Louca, leve, livre e solta, prendo-me à possibilidade que a palavra revela... e não vou pedir de ti cautela, pois ao "pegar de ti" , já me noto 'presa'...

Mas que fizeste comigo? Perdida de mim mesmo? E este cais??? Já sem porto, deporto meus sonhos sempre, e tu me mostras todos em acenos... obceno querer... surreal... entre a ambiguidade e a minha eterna convicção do não merecimento (talvez parte de minha lenda pessoal, aquelas síndromes todas que carregamos feito fardo, tão ouvidos desde a infância...)...Reinvento-te aqui dentro, onde não há 'nãos' e  o caos é meu único porto. Turbilhão de sentimentos... constante tormento, pausado apenas quando ao deleite de sua presença!

E neste mar ambiguo navego à deriva... fugidia do que ainda não conheço, mas com apreço e pesar dou-te as senhas... faça uso dessas... a ti forneço meu sorriso, trêmulo, bem o sei... pois que em tua presença a tolice em mim se faz persona... embaraço-me, atropelo o diálogo e na ausência de ti entristeço... num rompante ergo meus olhos e te vejo, imagem vívida a diluir-se - miragem... Faço dos meus dias um UP and Down itinerante, felizCidade que me apresentou a ti, pois que só conheço a paz quando em teus braços adormeço!



Escrito por Nana às 14h50
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